Category: Capacidade e Trabalho

Plantar pouco e colher muito?

By Euzébia, May 5, 2010 6:00 am

“Se insultarmos nossa tarefa com a preguiça, nossa tarefa relegarnos-á à inaptidão”.

Emmanuel

horta1(…) Quando algo não dá certo, normalmente há uma falha nossa. Podemos culpar o que ou a quem quisermos, mas, se procurarmos de verdade, quase sempre encontraremos algo que poderíamos ter feito para evitar o malsucedido.

O que tem ocorrido nos dias atuais é a vontade de plantar pouco e colher muito, acordar mais tarde e ser atendido primeiro, dar um jeitinho na última hora, resolver tudo em um estalar de dedos. É algo tão corriqueiro que acabamos por não perceber que isso é uma falha de caráter. Significa querer subverter as leis da Natureza, o que sabemos não ser possível. E depois, quando as coisas dão errado, culpamos a qualquer um, menos a nós mesmos.

Com sorte, uma ou duas vezes podemos estudar pouco e passar em uma prova, acordar tarde e não ter de enfrentar uma fila, fazer algo de um modo não muito correto e não sofrer sanção alguma por isso, agir com imprudência e escaparmos ilesos. Mas isso não dura para sempre. Mais cedo ou mais tarde teremos de enfrentar as conseqüências de nossos atos.

Se agirmos corretamente, se aproveitarmos o nosso tempo com o que realmente importa, não haverá nada a temer e estaremos sempre livres da sombra do remorso. Mudar velhos hábitos pode ser difícil, mas é extremamente compensador. Bem como traçar metas e, através da disciplina, cumpri-las. Fazer da nossa vida uma existência exitosa e produtiva só depende de nós.

Nunca é tarde para começar.

Tenham uma semana abençoada! Muita paz e até breve,

Euzébia Noleto

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(Trecho de artigo originalmente publicado em 2008)

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A busca pelo essencial

By Euzébia, March 15, 2010 3:30 am

“Por que acumular tanto? Existem pessoas que possuem 35 pares de sapatos. Onde vão arrumar setenta pés?”
Chico Xavier
(“As vidas de Chico Xavier”, de Marcel Souto Maior)

Através dos estudos da Doutrina Espírita Cristã, podemos engrandecer nossa compreensão a respeito de diversos aspectos da vida, incluindo o nosso relacionamento com os bens materiais. O ensinamento doutrinário nos conclama a utilizá-los com sabedoria, tendo sempre em mente a transitoriedade da vida na Terra.

O Espiritismo Cristão não nos chama à pobreza absoluta, mas ao uso racional daquilo que possuímos: como empréstimos de Deus, esses bens devem nos servir – e não o contrário.

Diferentemente do que muitos creem, os bens terrestres não são “prêmios por bom comportamento”. Eles são, como tudo o mais em nossas vidas, frutos da misericórdia Divina, que nos concede as ferramentas necessárias ao nosso adiantamento no presente. Está em nossas mãos a escolha de como agir diante de nossa situação: se , em caso de escassez, não nos deixaremos abater e conseguiremos progredir pelo trabalho e, em caso de abundância, se teremos condições de fazer uso útil de nossas posses para a sociedade e para nós mesmos.

em-busca-da-simplicidadeO uso sábio dos bens não se traduz pela intensa economia, que acaba se tornando avareza e mediocridade, nem pelo esbanjamento e desperdício, cujas consequencias funestas são sempre sentidas. O convite do presente texto é para que reflitamos a respeito da simplicidade. A simplicidade é a busca pelo essencial. O conceito de essencialidade varia de pessoa para pessoa, de acordo com aquilo que foi chamada a realizar na Terra.

Onde está o erro em se possuir produtos bons, adquiridos com o fruto do trabalho honesto, em quantidade suficiente para suprir as necessidades de alguém, sem extravagâncias? O condenável será sempre o exagero e a falta de reflexão sobre a verdadeira utilidade do que acumulamos.

Portanto, o bom senso determina que simplicidade não implica em se andar maltrapilho, converter-se em caçador de barganhas, condenar o uso de produtos sofisticados ou adquirir sempre o produto mais barato, ainda que pior, tendo condições de consumir algo com mais qualidade. Ser simples é compreender o que é essencial para satisfazer as verdadeiras necessidades da vida, adequadas à realidade pessoal e profissional de cada um, e saber identificar quando a busca pela qualidade se converte em exibicionismo através do luxo ou em consumismo desenfreado.

À medida em progredimos, nosso conceito de essencial também evolui, diminuindo o nosso apego aos bens materiais. Tomaremos consciência, então, de que, quanto menos possuímos, menores são as nossas preocupações e conseguiremos viver a cada dia que passa com menos (e com menos desperdício), destinando mais energia à aquisição dos bens espirituais, imperecíveis.

Obrigada pela companhia! Paz e luz!

Euzébia Noleto

“Não gastes somente com a tua vida o que poderia servir para sustentar dez outras”.
Emmanuel

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Podes, se queres

By Euzébia, January 21, 2010 2:38 pm

podes-se-queres

Por favor, clique sobre a imagem acima caso deseje ampliá-la e salvá-la como papel de parede para o seu computador (800×600).

 

“Fracassado é aquele que abandona a luta ou se nega a travá-la.

Dificilmente logrará vitória quem se recusa a enfrentar os desafios do cotidiano.

O homem são as suas tarefas, que devem ser enfrentadas com decisão e coragem.

Não recear jamais, nem ceder à tentação da desistência na luta de ascensão.

Disse Jesus: “Aquele que perseverar até o fim, este será salvo”.

É necessário permanecer fiel e otimista.

Se queres, portanto, a vitória, insiste.”

 

Joanna de Ângelis

Psicografia de Divaldo Pereira Franco

 

***

 

Prezados amigos,

 

Desejo que esta mensagem seja fonte de otimismo e ânimo renovado para todos vocês, assim como é para mim. Feliz 2010!

 

Até breve, se Deus quiser,

 

Euzébia Noleto

(site espírita: www.euzebianoleto.com.br / blog pessoal: www.euzebianoleto.net)

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Movimento é a resposta

By Euzébia Noleto, November 30, 2009 1:30 am

movimentoTristeza, angústia, preocupações, medo. Há determinados tipos de sofrimento tão intensos que, mesmo não implicando em dor física, parecem ter um efeito entorpecente, letárgico. Tudo o que se quer é ficar parado, inerte, e aguardar o fim da provação.

 

Certamente há alguns problemas cuja solução independe de nós e nada nos cabe fazer além de esperar. Porém, não devemos confundir espera com inércia.

 

Observemos o planeta e o universo em que vivemos. Ensina-nos a Ciência que a Terra está em constante movimento e o universo em permanente expansão. Cada um de nós é parte integrante deste mundo. Angústia, tristeza, preocupações, ansiedade constante? O movimento é a resposta. Ele traduz-se em ocupação, trabalho, estudo, renovação física e mental. É pelo movimento que construímos o Bem e melhoramos as nossas vidas e as dos outros.

 

O movimento da mente é bom para o corpo. O movimento do corpo é bom para a mente. E o movimento do corpo e da mente na construção do que é útil geram o progresso material e espiritual, trazendo saúde e paz a todos os campos do ser.

 

Esperando que a situação melhore? Experimente a espera produtiva.

 

Obrigada pela companhia de vocês! Até breve, se Deus quiser,

 

Euzébia Noleto (www.euzebianoleto.net/blog)

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Doando o que não se tem

By Euzébia Noleto, August 10, 2009 1:15 am

bemtevi                        Quando estamos angustiados, ansiosos, enfrentando variadas formas de desafios na vida, a tranqüilidade e a paz parecem objetivos extremamente difíceis de alcançar. Se permanecermos focados em nós mesmos, então elas se tornarão alvos móveis: quanto mais as buscarmos, mais elas se afastarão de nós.

 

                        Isso ocorre porque vivemos egoisticamente, sendo nossos problemas sempre o centro de nossas vidas. Porém, se paramos para olhar atentamente ao nosso redor, nas ruas, no nosso local de trabalho e até mesmo em nosso lar, veremos pessoas enfrentando desafios igualmente difíceis e, frequentemente, bem maiores que os nossos.

 

                        Nos momentos difíceis de nossas vidas, o auxílio ao próximo pode ser a última atividade que nos sintamos em condições de realizar. É exatamente aí que reside o nosso erro: esses momentos são especialmente propícios à ação fraterna.

 

                        Podemos não ter paz, não ter tranqüilidade, não ter alguém que nos apóie e incentive; entretanto, temos condições de tranqüilizar, apoiar e incentivar outras pessoas, ainda que pensemos o contrário.

 

                        Quando proporcionamos aos outros a paz de que não desfrutamos e o encorajamento que não temos, algo em nós se transforma, nos tornando mais fortes para enfrentar os desafios do presente e do futuro. Podemos não compreender como isso ocorre, mas identificamos claramente a infinita Misericórdia Divina em ação.

 

                        Tenham uma semana abençoada, com muita paz e alegria!

 

                        Fraternalmente,

 

                        Euzébia Noleto

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