Explosões

Se quisermos evitar lamentáveis momentos de explosão, devemos nos lembrar de que as palavras que proferimos são a vitrine de nossa mente. Aquilo que alimentamos em pensamento se exteriorizará, mais cedo ou mais tarde, seja bom ou ruim.
A chave, então, é cortar o mal pela raiz. Se, por exemplo, nos sentimos inclinados a criticar alguém de forma nada construtiva, substituamos esse pensamento por outro que enalteça as qualidades desse alguém.
Qualquer que seja a situação, sempre será possível expor opiniões divergentes, educar, tratar de temas delicados e corrigir quando necessário sem gritar ou lançar mão de qualquer forma de grosseria. Basta que mantenhamos o nosso conteúdo mental saudável, limpo, e a forma como nos expressamos refletirá isso, desde o tom de voz até a escolha dos vocábulos a serem empregados.
Quando não somos nós a explodir, e sim os outros, é fundamental que tenhamos paciência, tolerância, compreensão e perdão, em qualquer caso. Valiosa lição nos ensina o espírito André Luiz: “se a cólera explode ao seu lado, use a prece, a fim de que o incêndio não se comunique às regiões menos abrigadas de sua alma.”
Permitamos que nossos pensamentos sejam caridosos, generosos, cristãos, e nossas palavras invariavelmente se tornarão veículos genuínos de compreensão e paz.
Até breve, se Deus quiser,
Euzébia Noleto
Imagem: Daily Mail.co.uk

















